Comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus

Comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus

Santos Eucarísticos

Santos Eucarísticos

Na verdade, todos os santos foram devotos da Eucaristia, alguns, porém, se destacaram mais. Vejamos:

São Pio de Pietrelcina entrava facilmente em êxtase durante a missa ou quando permanecia horas inteiras diante do sacrário.

 

O jovenzinho São Tarcisio preferiu ser apedrejado do que entregar as hóstias consagradas que ia levando para os cristãos aprisionados.

 

São Miguel de Mora celebrava a Missa às escondidas durante a perseguição religiosa no México. Foi descoberto num curral, onde se refugiara. Ali mesmo morreu fuzilado, quando estava com o terço na mão.

 

O Papa São Sisto II morreu degolado porque, desobedecendo a um decreto injusto do imperador Valeriano, estava celebrando a Santa Missa no cemitério São Calisto.

 

Em 1645 em Cunhaú e Uruaçu (Rio Grande do Norte) 150 pessoas foram massacradas barbaramente pelos inimigos da religião quando estavam na missa dominical. São os Santos Mártires do Brasil. Mateus Moreira, estando ainda vivo, foi-lhe arrancado o coração das costas, mas ele ainda teve forças para proclamar a sua fé na Eucaristia, dizendo: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento".

 

Santa Margarida Maria Alacoque era devotíssima do Sagrado Coração de Jesus, e sua grande propagandista. Foi chamada a “apostola do Coração de Jesus”.

  

Santa Gertrudes passava horas e horas diante do sacrário. Dizia-se naquele tempo: “Você está procurando Jesus? Ele deve estar, ou no tabernáculo da igreja ou no coração de Gertrudes

 

São Geraldo passava noites inteiras diante do tabernáculo. “Você está ficando doidinho. Vá dormir”, dizia-lhe Jesus. E Geraldo respondia: “Louco és tu, Jesus, que ficas aí noite e dia por nossa causa”.

 

Santo Afonso “tinha inveja” das flores e velas que se consumiam aos pés do sacrário. Do cibório que abrigava as hóstias consagradas. Mas acrescentava todo feliz: Quando eu comungo, eu me torno um cibório vivo para o meu Senhor.

  

Os coroinhas não gostavam de ajudar a Missa de São João de Sahagun, que era conhecido como o Apóstolo de Salamanca, porque era interminável. O santo ficava perdido em Deus e não via o tempo passar.

     

São José Luis Sánchez del Río

José era adolescente quando estourou em 1926 a “Guerra Cristera” no México. Seus irmãos se uniram voluntariamente aos rebeldes e José queria juntar-se a eles para dar a vida por Jesus. Ele tinha consciência de que poderia facilmente morrer no campo de batalha. O general finalmente permitiu que o pequeno fosse o portador da bandeira da tropa. Durante uma batalha, José foi capturado e pressionado pelos soldados a renunciar à fé cristã. Ele se recusou com firmeza, o que enfureceu os soldados. Com estarrecedora crueldade, as tropas do governo ateu e inspiração comunista cortaram as solas dos pés do menino de 14 anos e o forçaram a caminhar assim, em carne viva, até o cemitério.

No trajeto para o martírio, ele gritava continuamente: Viva Cristo Rey!“.

São José Luis Sánchez del Río foi fuzilado pelo comandante. O menino santo de 14 anos foi martirizado porque não quis renunciar à sua fé católica.

 

 

 

São Francisco e Santa Jacinta Marto

Os irmãozinhos pastores Francisco e Jacinta foram testemunhas das aparições de Nossa Senhora de Fátima em 1917. Profundamente marcados pelas aparições, eles dedicaram a vida como sacrifício vivo a Deus pela conversão e salvação dos pecadores do mundo inteiro. Após o término das aparições, os pequenos foram vítimas da epidemia de gripe espanhola que assolou a Europa. Ambos sofreram imensamente.

Jacinta respondia às provações dizendo: Ah, quanto eu amo sofrer por amor de Nosso Senhor e Nossa Senhora! Eles amam muito aqueles que sofrem pela conversão dos pecadores“.

Francisco também declarava, conforme as lembranças de sua prima, a também vidente Irmã Lúcia:

Sofro para consolar Nosso Senhor, e, depois de um tempo, ir para o céu”.

Francisco morreu aos 10 anos, em 1919, enquanto Jacinta morreu aos 9, no ano seguinte.

 

São Domingos Sávio

Aluno de São João Bosco, Domingos cresceu em santidade ainda em tenra idade. Aos 4 anos, já fazia suas orações diárias com devoção e lembrava aos pais de fazerem as deles quando se esqueciam. Aprendeu a ser coroinha quando tinha 5 anos e foi autorizado a receber a Sagrada Comunhão aos 7, algo absolutamente incomum na época.

São Domingos, mais tarde, declarou sobre a sua Primeira Comunhão: Foi o dia mais feliz e maravilhoso da minha vida!

Com seu lema “Antes morrer que pecar”, ele almejava seguir em tudo a vontade de Deus e dizia:

Não posso fazer grandes coisas. Mas quero que tudo o que faço, mesmo a menor das coisas, seja para a maior glória de Deus“.

De saúde muito frágil, São Domingos Sávio partiu para a Casa do Pai aos 14 anos.

 

Beata Imelda Lambertini

Atraída pela vida religiosa desde muito pequena, Imelda pediu para entrar nas dominicanas quando tinha apenas 9 anos. Seus pais ficaram surpresos, mas, conscientes da sua devoção e amor por Deus, permitiram que a filhinha fosse viver num convento próximo. Ela foi autorizada a vestir o hábito dominicano e a seguir o modo de vida das irmãs. Seu grande anseio era receber Jesus na Santa Eucaristia, mas, na época, a Primeira Comunhão se fazia aos 14 anos.

Ela se perguntava: “Poderá alguém receber Jesus em seu coração e não morrer?”

Certo dia, após a festa da Ascensão do Senhor, Imelda foi vista de joelhos na capela em frente à Santa Eucaristia que flutuava. O sacerdote, vendo o milagre, o entendeu como um sinal e deu a Imelda a sua Primeira Comunhão. Com um sorriso no rosto, Imelda faleceu momentos depois! A pequena que ansiava pelo encontro com Jesus tinha apenas 11 anos quando o seu desejo se realizou.

Não importa a nossa idade: essas crianças têm muito a nos ensinar!

Muitos dos grandes santos na história da Igreja não foram ilustres bispos ou papas, mas apenas crianças!

Eles nos ensinam que a chave para a santidade é nos tornarmos verdadeiros adoradores, pequenos e termos em nosso Pai Celestial uma confiança como a das crianças. Os adultos tendem a se inchar de orgulho e a resistir mais à vontade de Deus, mas as crianças, mais dóceis, são capazes de nos demonstrar uma fé que inspira verdadeiro assombro.

Eis cinco pequenos grandes santos que se dedicaram a Deus desde bem tenra idade e entraram no Reino do Céu antes de atingirem a maturidade.

 

Ensinamentos sobre a Santa Eucaristia

São João Crisóstomo:

“Deu-se todo não reservando nada para si”.

“Não comungar seria o maior desprezo a Jesus que se sente “doente de amor” (Ct 2,4-5)”.

São Boaventura:

“Ainda que friamente aproxime-se confiando na misericórdia de Deus”.

São Francisco de Sales:

“Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição”.

Santa Teresa de Ávila:

“Não há meio melhor para se chegar à perfeição”.

“Não percamos tão grande oportunidade para negociar com Deus. Ele [Jesus] não costuma pagar mau a hospedagem se o recebemos bem”.

“Devemos estar na presença de Jesus Sacramentado, como os Santos no céu, diante da Essência Divina”.

São Bernardo:

“A comunhão reprime as nossas paixões: ira e sensualidade principalmente”.

“Quando Jesus está presente corporalmente em nós, ao redor de nós, montam guarda de amor os anjos”.

S. Vicente Ferrer:

“Há mais proveito na Eucaristia que em uma semana de jejum a pão e água.

Santo Ambrósio:

“Eu que sempre peco, preciso sempre do remédio ao meu alcance.”

São Gregório Nazianzeno:

“Este pão do céu requer que se tenha fome. Ele quer ser desejado”.

“O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-no do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno.”

São Tomás de Aquino:

“A comunhão destrói a tentação do demônio.

Concílio de Trento:

“Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais.”

Santo Afonso de Ligório:

“A comunhão diária não pode conviver com o desejo de aparecer, vaidade no vestir, prazeres da gula, comodidades, conversas frívolas e maldosas. Exige oração, mortificação, recolhimento.”

“Ficai certos de que todos os instantes da vossa vida, o tempo que passardes diante do Divino Sacramento será o que vos dará mais força durante a vida, mais consolação na hora da morte e durante a eternidade”.

S. Pio X:

“A devoção à eucaristia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por objeto; é a mais salutar porque nos dá o próprio autor da graça; é a mais suave, pois suave é o Senhor”.

“Se os anjos pudessem sentir inveja, nos invejariam porque podemos comungar”.

Santo Agostinho:

“Não somos nós que transformamos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas é Jesus Cristo que nos transforma nele.”

“Sendo Deus onipotente, não pôde dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar.”

“ A Eucaristia é o pão de cada dia que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia.”

“Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua maternidade.”

Papa Pio XII:

“A fé da Igreja é esta: que um só e o mesmo é o Verbo de Deus e o Filho de Maria, que sofreu na cruz, que está presente na Eucaristia, e que reina no céu.”

São Gregório de Nissa:

“Nosso corpo unido ao corpo de Cristo, adquire um princípio de imortalidade, porque se une ao Imortal”.

São João Maria Vianney:

“Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano”.

Santa Teresinha:

“Não é para ficar numa âmbula de ouro, que Jesus desce cada dia do céu, mas para encontrar um outro céu, o da nossa alma, onde ele encontra as sua delícias”.

“Quando o demônio não pode entrar com o pecado no santuário de uma alma, quer pelo menos que ela fique vazia, sem dono e afastada da comunhão.”

Santa Margarida Maria Alacoque:

“Nós não saberíamos dar maior alegria ao nosso inimigo, o demônio, do que afastando-nos de Jesus, o qual lhe tira o poder que ele tem sobre nós.”

São Filipe Neri:

“A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santíssima Virgem são, não o melhor, mas o único meio para se conservar a pureza. Somente a comunhão é capaz de conservar um coração puro aos 20 anos. Não pode haver castidade sem a Eucaristia.”

Santa Catarina de Gênova:

“O tempo passado diante do Sacrário é o tempo mais bem empregado da minha vida”.

São João Bosco:

“Não omitais nunca a visita a cada dia ao Santíssimo Sacramento, ainda que seja muito breve, mas contanto que seja constante.”

Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer ao demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus…”

Imitação de Cristo (Tomás de Kempis):

“Ao sacerdote na consagração é dado ao que aos anjos não foi concedido”.

“Não há oblação mais digna, nem maior satisfação para expiar os pecados, que oferecer-se a si mesmo a Deus, pura e inteiramente, unido à oblação do Corpo de Cristo, na missa e na comunhão”.

“A Eucaristia é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual, cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, confirma a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade.

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